Evite estes cinco hábitos para viver mais e melhor

Pesquisa analisou homens e mulheres por mais de 25 anos para entender essa relação
por Thieny Molthini03/02/2020

Longevidade com qualidade de vida não precisa ser difícil ou complicado. Segundo uma nova pesquisa, mudar hábitos para viver mais é possível e você pode começar agora.

Cinco hábitos para tirar da sua vida

De acordo com o estudo publicado no BMJ, se você quer viver mais e melhor, deve eliminar cinco fatores de risco da sua vida: cigarro, sedentarismo, sobrepeso, o consumo de álcool em excesso e alimentos que fazem mal à saúde.

A pesquisa da Harvard T.H. Chan School of Public Health, nos Estados Unidos, analisou o impacto desses cinco fatores no desenvolvimento de diabetes, doenças cardiovasculares, câncer e outros quadros crônicos. “Descobrimos que seguir um estilo de vida saudável pode aumentar significativamente os anos em que uma pessoa vive livre de doenças”, afirmou o autor do estudo Dr. Frank Hu à CNN Health.

Hábitos para viver mais – e melhor

Esse estudo é uma extensão de outra pesquisa publicada em 2018, que analisou mais de 38 mil homens por 28 anos e 73 mil mulheres por 34 anos.

Nessa primeira análise, os pesquisadores descobriram que as mulheres de 50 anos que não fumavam, mantinham uma composição corporal saudável, praticavam atividade física regularmente, não bebiam muito e tinham uma alimentação balanceada viviam 14 anos a mais em comparação às mulheres que não adotaram esses hábitos. Assim como, entre os homens da mesma idade, esses hábitos aumentaram a expectativa de vida em 12 anos.

Expectativa de vida e saúde

Por fim, essa nova pesquisa, analisou o mesmo levantamento para ver como as doenças crônicas afetavam a qualidade de vida dessas pessoas durante o período do estudo. E o resultado também foi positivo: as mulheres que cultivaram esses hábitos ganharam mais de 10 anos de vida livre de doenças, enquanto os homens somaram quase oito anos.

“Isso significa que hábitos de vida saudáveis não apenas prolongam a vida, como melhoram a qualidade de vida e reduzem os sofrimentos relacionados a doenças crônicas”, disse Hu.